Neoiluminismo – Quem somos nós?

Neoiluminismo – Quem somos nós?

Nas palavras de Alexis de Tocqueville:

“Creio que, em qualquer época, eu teria amado a liberdade; mas, na época em que vivemos, sinto-me propenso a idolatrá-la”.

Com essa frase iniciamos nossa apresentação. A liberdade de pensamento, de opinião, e a capacidade de posicionar-se de maneira séria e fundamentada devem ser os guias para a formação de um debate público consistente no Brasil. Pensando nisso, trabalhamos através da capacitação de pessoas e divulgação de ideias para alcançar esse objetivo.

Unimo-nos em torno dos valores alinhados à concepção clássica do liberalismo, a fim de produzir conteúdo multidisciplinar para, um dia, nos tornarmos referência no debate intelectual e na produção acadêmica brasileira.

Para que entendam melhor nossos objetivos, disponibilizamos aqui nossa missão, visão e valores que guiam o funcionamento do Neoiluminismo.

Ademais, para aqueles que buscam conhecer um pouco mais dos autores que nos inspiram, podem clicar aqui.

Visão:

Ser referência no debate intelectual e na produção acadêmica brasileira, contribuindo para a formação educacional da sociedade.

Missão:

Somos um instituto dedicado à produção e propagação de conhecimentos multidisciplinares, e à defesa de valores alinhados à concepção clássica do liberalismo.

Valores:

  • Liberdade;
  • Estado de Direito;
  • Economia de Mercado;
  • Descentralização do Poder;
  • Democracia;
  • Honestidade Intelectual e Respeito ao Contraditório;
  • Incentivo à Pesquisa e ao Ensino.

Nossos princípios:

  • Veritas:

A verdade é o princípio que norteia toda busca filosófica do movimento. Em sentido mais estrito, pode-se entender a verdade como um critério e também um objetivo, por meio do qual se descarta aquilo que não é, como define Aristóteles; avaliando todos os fatos e fenômenos em conformidade com as regras do pensamento, como destaca Kant; sempre sendo o objetivo final de todo filosofar, conforme Aquino.

  • Ordo:

Ordem, nesse caso, trata-se da disposição de múltiplos elementos relacionados entre si que formam um conjunto coerente e estruturante. Isso se aplica à vida humana, que apresenta uma ordem não deliberada, mas que necessariamente desenvolve institucionalmente e costumeiramente, uma sociedade. A ordem garante o equilíbrio, mas é importante lembrar que esse tipo de ordem não é intencional, como explica Hayek.

  • Libertas:

A deusa romana da liberdade, Libertas, que usava o píleo para remeter aos escravos libertos: essa deificação da liberdade é uma alegoria perfeita para a centralidade desse conceito no nosso âmago. Fortemente pautados numa noção kantiana (mas não limitados à ela), temos a liberdade como conceito basilar de toda filosofia ética, moral e política. O diálogo entre as noções medievais de liberdade (associadas ao intelectualismo) e a concepção kantiana, tanto em sua origem quanto em sua acepção contemporânea na filosofia política liberal, é algo que pauta o debate que buscamos promover no seio das questões derivadas da pergunta kantiana: “O que devo fazer?”.

  • Sapientia:

A sabedoria engloba aspectos práticos e teóricos da razão humana, tratando da qualidade de seguir princípios vinculados à racionalidade na práxis, e refere-se também à capacidade abstrativa e procedimental que mantém-se cogente, isto é, envolta da lógica. Kant em suas duas primeiras Críticas exemplifica perfeitamente o que esse motto abarca: a dissecação – crítica – minuciosa da razão teórica e da razão prática.

Marca d'agua

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